20 homens armados explodiram a agência da Caixa Econômica Federal de Campos Gerais

Campos Gerais  já foi atacada oito vezes em 5 anos; Itanhandu e São Pedro da União também foram alvo nesta semana

Campos Gerais, este foi o 8º ataque em 5 anos (Foto: reprodução)

Número de ataques a caixas eletrônicos neste ano no Sul de Minas já chega a 42. Na madrugada desta terça-feira (5), agências foram atacadas em três cidades da região: Itanhandu, São Pedro da União e Campos Gerais. Só em Campos Gerais, este foi o 8º ataque em 5 anos.

O primeiro alvo da quadrilha em Campos Gerais foi o Banco Bradesco, mas a ação falhou. Já na Caixa Econômica Federal, o ataque foi violento. Explosivos destruíram a agência e não sobrou quase nada. Os assaltantes deixaram para trás dinheiro, cartuchos, pé de cabra e até um explosivo.

Segundo a polícia, os criminosos chegaram em quatro carros por volta de 3h. A polícia acredita que pelo menos 10 homens participaram da ação. Quando a Polícia Militar chegou, os assaltantes reagiram.

“Os policiais militares dentro da proporcionalidade, legalidade, revidaram a injusta agressão. Logo que cessou os indivíduos evadiram e começou-se o objetivo de buscar perseguir eles, mas contudo sem êxito”, disse o tenente da Polícia Militar, Jangelaine das Chagas da Silva.

Apesar de ser o oitavo ataque desde 2012 em Campos Gerais, a polícia diz que reforçou ações de combate a esse tipo de crime na cidade.

Ataques em São Pedro da União e Itanhandu

Em São Pedro da União, o alvo dos criminosos foi o cofre da agência do Banco do Brasil. A polícia diz que pelo menos 10 assaltantes em três carros participaram do ataque. Moradores registraram pelo celular o barulho dos tiros disparados pela quadrilha.

Em Itanhandu, segundo a polícia, oito homens participaram da explosão à agência do Bradesco, que ficou destruído. Os criminosos estavam em dois carros e uma moto e, na fuga, jogaram materiais pontiagudos para estourar os pneus das viaturas. A perícia também encontrou explosivos no local. Foi preciso da ajuda do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, para desarmar o artefato.




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